sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Como queres o teu Natal...


Não sei, meu amor, do bem que te diga
Agora a noite é quente e bela
Tens do teu fruto feito a estrela
Antiga, radiosa, amiga, brilhante,
Lembrada, para sempre… em cada instante…

Nesta noite fria e branca
O calor que nos conforta
É a amizade que temos
Logo ao sair da porta.

Como queres o teu natal?
Hoje é o teu dia
Resiste à passividade
Investe em ti e imbrica-te
Sacode o mal que em ti pousou
Tira as teias, trata o ego
Mexe-te, morde o tutano do dia
Ama, abraça, anseia
Sorri e sorve a vida

(PCM)


Aqui ficam os nossos votos de um Natal luminoso para tod@s.

BOAS FESTAS

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Dos Direitos do Homem aos Deveres do Ser...

... o percurso passa por conhecer e por se conhecer: o que se faz, o que se diz, o que se sabe, o que se É. Porque todos nós somos muito mais aquilo que queremos, do que aquilo que os outros querem que sejamos ou nos deixam ser. Porque o percurso passa, sobretudo, pela vontade de Ser e do SER. E, roubando nós as palavras a Saramago, «...é a vontade dos homens que segura as estrelas», a Vontade é o «éter» e «o éter [...] compõe-se [...] das vontades dos vivos».
Em tempo de comemoração de mais um aniversário da DUDH, é tempo de, mais uma vez, pensarmos no que temos feito com a nossa Vontade de Ser: mais livres, mais iguais, mais justos... mais Humanos.




Entre as muitas atividades que se propõem sobre a temática, convidamos à participação nesta. É apenas mais uma forma de mostrar/ demonstrar que/ se queremos Ser...

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Acontecendo...



... na ESC, mas não só...

à feira, à feira, senhores,
é tempo de comemorações
um livro, sempre bom amigo,
ensinador de lições...



... 17 de novembro - dia da filosofia

... 21 a 25 de novembro - feira do livro

... 24 de novembro - dia nacional da cultura científica, instituído em 1996, para comemorar
o
nascimento de Rómulo de Carvalho e
divulgar o seu trabalho na promoção
da
cultura científica e no ensino da
ciência.

... 8.º campeonato de jogos matemáticos (final a 9 de março de 2012, no estádio
universitário de Coimbra
)

... Cálculo - espetáculo pelo grupo de teatro Marionet (17 de novembro a 3 de dezembro,
no Colégio de Jesus): debate aceso entre Newton e
Leibniz, a propósito da invenção do cálculo
matemático.

E, pelas salas de aula (mas não só...) vai-se discutindo Ciência: poder e riscos...
Porque, afinal, o importante é ler, dialogar, pensar, descobrir[se]...

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Racismo ou a perfeição no mundo?...



ETAPAS DO CÉU

I

O Princípio

Procuro os fundamentos em mim própria

Mas torna-se impossível desvendá-los.

Estão envoltos por um casulo de medos,

Olhares provocantes e sentimentos exacerbados

Que me derrubam de ansiedade.

Espero e temo.

As verdades e as mentiras

Vagueiam de mãos dadas com a minha alma.

Sorrisos incertos, palavras sonhadas,

Obras do destino que suas linhas tece.

Choros incessantes de lágrimas de vidro,

Vaidades pálidas e caras escondidas...

II

Reino I

Não sei o que sinto

Pois não sei quem sou.

Estou só no vale vazio da vida.

Ninguém espera por mim...

Nem as ervas param

Mexem-se, mexem-se, como se quisessem andar,

Correr pelos campos!

Mas... ah! Para correr é preciso viver!

E eu vivo, mas não corro pelos campos...

III

Reino II

Não temas a morte...

Ela chegará quando não tiver mais olhos p’ra te ver...

Quando a vida nos tirar a sorte

Gritará da colina mais alta

E virá até nós

Que estamos em nós.

Ficarão os sonhos, as recordações,

Inscritos nas lápides do tempo,

Que cruelmente nos dizem que...

Nunca poderemos viver a vida até ao fim!


IV

O Fim do Céu

Contemplo a maior hipérbole que existe:

O fim do céu!

Nele vagueiam nuvens

Carregadas de beijos que faltaram dar entre os Homens...

Desfilam, suavemente, perante nós

Na melancólica tortura dos Deuses.

Vão chorá-los ao mar

Onde ficam, bem no fundo dos oceanos.

Ao lado, velhos veleiros

Que outrora ligaram cores sem preconceitos!


Mara Gonçalves

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Mês Internacional das Bibliotecas Escolares

Outubro é o mês internacional das BE.

A BE é, cada vez mais, uma porta aberta ao conhecimento científico, decisivo para o avanço civilizacional, também pelos projetos que dinamiza ou em que se envolve. Nas suas estantes habitam livros que esperam pela nossa descoberta, palavras de cientistas portugueses que, talvez por gostarem de ler, também gostavam de escrever.
Propomos-te a descoberta deste, que, entre outra leituras, nos permitiu o Poema da Pedra Lioz, mencionando, logo de entrada, os nomes de «Álvaro Góis / Rui Mamede / filhos de António Brandão / naturais de Cantanhede; / pedreiros de profissão, / de sombrias cataduras

Mas outros há para descobrir e conhecer. E aqui te deixamos o desafio: envia, para a BE, pequenas frases/ excertos de poemas de escritores portugueses que, embora ligados à ciência, se tenham deixado fascinar pelo mundo da escrita. Só tens de referir o que te fascinou no texto/ poeta que escolheste ou descobriste. Nós publicaremos aqui a tua colaboração.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Da Pátria que somos ao idioma que falamos… só em Português nos (des)entendemos?







Nascemos ibero-lusitanos e, por desavença familiar, portugueses fomos crescendo. Sedentos de espaço e aventura, ao mundo nos fomos dando, do mundo fomos recebendo. E, porque "à terra onde fores ter, faz como vires fazer", foram, também, as diásporas sucessivas que, na saudade do regresso, nos foram construindo em Língua-Pátria com indeléveis pinceladas de culturas mais ou menos distantes no espaço, mais ou menos perto no sentir e no sonhar… caminhos trilhados por contextos e vidas de tudo e de nada, que não apagam este vício de SER Português, ou melhor, esta permanente vontade de saber o que é ser português.
Na verdade, não sei. Sei muito sobre a agónica relação entre o querer e o não querer, entre o ser e o ter, entre partir (sempre) e regressar (também sempre), entre o caminho de ida, que é sempre mais longo do que o de volta, entre o ser contra e afinal aceitar… Todavia, pergunto-me muitas vezes se ser português é comemorar com mais veemência as festas de outros povos (como Halloween e dia dos namorados…); pergunto-me se ser português é ter (agora) uma língua que é uma corruptela daquela que foi a minha; pergunto-me se ser português é (politicamente) pugnar mais pelo ensino da cultura dos outros do que por aquela que nos une; pergunto-me se ser português é desdenhar a própria raiz cultural, exactamente nos antípodas do que outros povos fazem, em que se tem orgulho no que os destaca, pergunto-me se ser português é só saber cantar o hino com compassos musicais e tudo…
"Partimos. Vamos. Somos." Mas voltamos sempre. Assim aconteceu a tantos que, senti
ndo o calor terno e límpido acariciar-lhes as deambulações descontraidas dos pensamentos por que deixavam invadir-se , voltaram ao lugar de onde tinham partido e perderam-se naquele canto do mundo, onde o tempo não chega e se ouve o silêncio, sem a necessidade urgente de agarrar o destino. Voltar, pressentir memórias sem princípio nem fim, onde os sentidos se exaltam e as palavras sobram, como se estivéssemos a visitar as consequências de um eterno dilema, porque só em parte se parte...
I want to be Portuguese, Portugiesin, but I don’t want to, I mustn´t, forget that ich bin eine Europärin, eine “ Weltrin”, a citizen of the world. If on one hand I want to defend my roots, my past, my beautiful and sunny homeland, anderseits ich will zu der ganzen Welt gehören. Why? Warum? Ich weiβ nicht, I don’t know and vielleicht I am not interested in knowing the answer. Gleichzeitig bin ich bewundert by the grandiosity of Torre de Belém, the mystery of Big Ben and the beautifulness of Schloβ Neuschwanstein in Bayern. I know we, the Portuguese, are hospitable, aber ich kann nicht vergessen (weil ich dort gewesen bin) daβ, the English can be extremely helpful and the Germans diszipliniert und Naturschützer. Yes, I don’t want to leave this world, I want to live.
Aujourd’hui, les enfants de la patrie, qui est la nôtre, sont de moins en moins motivés, pour un jour de gloire qui n’arrivera jamais. Aujourd’hui, contre eux, s’élève l’étendard de la tyrannie et de l’absence de son identité culturelle. Sa langue n’est plus sa patrie et celle-ci est plongée dans la plus éteinte tristesse, elle ne se revoit plus dans l’exemple de ses glorieux ancêtres. “Oh gloire de commander, oh vaine convoitise/de cette vanité à laquelle on appelle renommée”, où nous conduiras-tu? On se plaint, on crie, on hurle, mais personne ne nous écoute. Faudra-t-il réinventer le mai 68 ou le 25 avril pour que les enfants de cette patrie retrouvent leur pays, leur gloire, leur jeunesse, leur liberté?



Texto escrito a 10 mãos



[imagens do Dia Europeu das Línguas (26 de setembro), na ESC]

quinta-feira, 9 de junho de 2011

10 de Junho, dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas




Poeta de literatura maior, cantou divinamente a mulher d'um mover d'olhos brando e piedoso, um amor - esse fogo que arde sem se ver -, de que não viu senão breves enganos, e os campos verdes saudosos que lhe doíam numa alma pelo mundo em pedaços repartida.
Louvou a Pátria de armas e barões assinalados, que passaram ainda além da Taprobana e a quem Neptuno e Marte obedeceram, uma Pátria de vassalos excelentes, a geração de Luso que, se mais mundo houvera, lá chegara.

Lembre-se e celebre-se, que é dia 10 de Junho!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Dia mundial da criança







Criança desconhecida e suja brincando à minha porta,
Não te pergunto se me trazes um recado dos símbolos.
Acho-te graça por nunca te ter visto antes,
E naturalmente se pudesses estar limpa eras outra criança,
Nem aqui vinhas.
Brinca na poeira, brinca!
Aprecio a tua presença só com os olhos.
Vale mais a pena ver uma cousa sempre pela primeira vez que conhecê-la,
Porque conhecer é como nunca ter visto pela primeira vez,
E nunca ter visto pela primeira vez é só ter ouvido contar.

O modo como esta criança está suja é diferente do modo como as outras estão sujas.

Brinca! pegando numa pedra que te cabe na mão,
Sabes que te cabe na mão.
Qual é a filosofia que chega a uma certeza maior?
Nenhuma, e nenhuma pode vir brincar nunca à minha porta.



Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"

terça-feira, 24 de maio de 2011

sugestões de e-leituras

O ebook está a ganhar cada vez mais adeptos.
Sabes como surgiu?
Aqui fica um pouco da sua história.


Seu navegador não suporta o vídeo.












E aqui fica uma proposta de leitura.

Também podes visitar a Biblioteca Digitar Camões, onde encontrarás outros ebooks de que podes gostar.

Boas leituras!




terça-feira, 17 de maio de 2011





O dia 18 de Maio assinala o Dia Internacional dos Museus. O tema das comemorações em 2011 é MUSEU E MEMÓRIA, porque, afinal, os museus contam histórias e guardam valiosos tesouros de saber e de ser.

Para viajar no tempo e na memória, aqui ficam algumas propostas:

Mosteiro de Santa Clara Velha - Coimbra

Palácio Nacional de Mafra

Torre de Belém - Lisboa

Fortaleza de Sagres

Museu Grão Vasco - Viseu

[ao entrar nas páginas, clicar em "Visita virtual"]

Boas viagens!

terça-feira, 10 de maio de 2011

"Escritos de cá"



O que têm em comum pessoas como CARLOS DE OLIVEIRA e VIRIATO DE SÁ FRAGOSO e LAGOAS DA SILVA e ÂNGELA GENTIL e BOAVENTURA CARVALHO SIMÕES e ANTÓNIO ALEXANDRE HENRIQUES FIGUEIRA e OLGA RESIE e PAULO CORREIA DE MELO e LIMA DE FARIA e JAIME CORTESÃO e ANTÓNIO CANTEIRO E ELISA PEDROSA …e …muitos outros?

É fácil: todos vivem/ viveram na região da Gândara- Bairrada- Mondego!

Gândara

I

Gândara sem uma rusga de vento.

Sol e marasmo.

Silêncio feito de troncos

e de pasmo.

Campos, pinheiros e campos

quietos. Tanto,

o sol parado

encheu-me os olhos de espanto.


Carlos de Oliveira, Turismo


A Biblioteca Escolar, em colaboração com a Biblioteca Municipal de Cantanhede, repõe a exposição «Escritos de cá», dedicada aos autores que escolheram a nossa região para aqui viverem e escreverem.

Fica ainda a sugestão: aceitam-se informações sobre outros autores que não tenham sido contemplados nesta despretensiosa exposição.

Biblioteca Escolar da Escola Secundária de Cantanhede

Biblioteca Municipal de Cantanhede

terça-feira, 3 de maio de 2011

Dia da Mãe


Palavras em uma flor...

... foi esta a proposta da BE para o dia da Mãe:

às vezes, quero dizer-te tantas coisas que não consigo,

a fotografia em que estou ao teu colo é a fotografia

mais bonita que tenho, gosto de quando estás feliz.

lê isto: mãe, amo-te.



José Luís Peixoto

Aconteceu na escola...



... no dia 29 de Abril, pelas 10h15, no auditório da ESC,
uma palestra sobre os direitos de autor, com a presença
do Dr. Lucas Serra.

terça-feira, 29 de março de 2011

Dia Mundial da Juventude





Serenata do Adolescente

Que doentia claridade
a que me invade e me obsidia,
durante a noite e à luz da tarde,
à luz da tarde, à luz do dia!
Que doentia aquela grade
de insone e ténue claridade,
sob a avançada gelosia!

Passo na rua e nada vejo
senão a luz, a luz e a grade.
Ó lamparina do desejo,
porque ardes tu, até tão tarde?
E às vezes surge, entre a cortina,
aquela sombra vespertina
que me retém nesta ansiedade.

Se tens trint'anos? ou cinquenta?
Quis lá saber a tua idade!
Sei que em meus olhos se impacienta
fome da luz daquela grade!
Sei que sou novo, e que me odeio
porque me tarda — ante o teu seio —
queimar tão pobre mocidade!

David Mourão-Ferreira, in "Os Quatro Cantos do Tempo"
... porque "ser jovem não é um posto", a "primavera da vida é bonita de viver". Então, "É preciso tratar bem do jardim da mocidade".




segunda-feira, 21 de março de 2011

Dia Mundial da Poesia




Curiosidades estéticas

O mais importante na vida
E ser-se criador - criar beleza.

Para isso,
É necessário pressenti-la
Aonde os nossos olhos a não virem.

Eu creio que sonhar o impossível
É como que ouvir uma voz de alguma coisa
Que pede existência e que nos chama de longe.

Sim, o mais importante na vida
É ser-se criador.

E para o impossível
Só devemos caminhar de olhos fechados
Como a fé e como o amor.
Botto, António. (2008). Canções e outros poemas. V.N. Famalicão: Quasi




terça-feira, 15 de março de 2011

Em homenagem à leitura...


...entre 14 e 18 de Março, decorre a Semana da Leitura, na Escola Secundária de Cantanhede. A Semana da Leitura é uma organização conjunta da Biblioteca Escolar, do Departamento de Línguas e da Associação de Pais e Encarregados de Educação.

Do conjunto de actividades, destacamos os “Encontros com...” nos dias 14 (segunda), 16 (quarta) e 17 (quinta), para os quais convidam
os todos os interessados.

Na segunda-feira, dia 14, teremos a presença do Prof. Doutor Filipe Araújo, professor auxiliar da Universidade de Coimbra e antigo aluno da Escola Secundária de Cantanhede. Conforme diz no seu resumo, «Nesta palestra apresentarei brevemente o percurso académico que fiz, desde que fui aluno da Escola Secundária de Cantanhede até hoje, como Professor Auxiliar no Departamento de Eng. Informática, na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Questionarei algumas opções, que penso terem sido mais e menos acertadas. Farei uma exposição sobre as expectativas e remunerações que as pessoas com graus semelhantes podem esperar e sobre a importância da formação de base. Abordarei ainda a história recente da informática, do ZX Spectrum da minha infância à PlayStation 3: quais os grandes desafios que se colocam aos investigadores e à população em geral.».

Pensamos que terá todo o interesse para os alunos que estão a definir as suas últimas opções.

Na quarta-feira, dia 16, a Dra. Lurdes Boavida, antiga professora da Escola Secundária de Cantanhede, referir-se-á à virtude do conto, do reconto, do prazer da leitura e da escrita.

Na quinta-feira, dia 17, o professor Manuel Cidalino, com a sua experiência de leitor, escritor, professor em Portugal e em França, tratará a leitura para além daquilo que é o conceito habitual.

Durante a semana, decorre o bookcrossing, para o que se espera grande adesão.

Também voltarão a circular os cestos de livros e os marcadores, a fim de celebrar a leitura na semana que lhe é dedicada.

Enfim, são alguns motivos de interesse que - esperamos - levem a... mais leitura!

terça-feira, 1 de março de 2011

Sobre esta pedra escrevo (2.ª fase)

Terminada que está a primeira fase do projecto Sobre esta pedra escrevo, convidamos-te, agora, a participar na segunda fase deste projecto: escrita de um texto, a partir de uma das pedras expostas.

Para te recordar as esculturas produzidas, e para te aguçar a inspiração, aqui ficam algumas imagens da exposição.
















Os textos devem ser enviados para a Biblioteca Escolar, até dia 21 de Março, por correio electrónico.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

...o Amor ao Sol












... e, porque a nossa proposta foi aceite, foi assim que estendemos, ao sol, as mais diversas mensagens de Amor.

E ficou bonito!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Mural do Amor


Vamos pôr o amor ao sol!

Chega Fevereiro e a tão curto mês deve corresponder o mais longo amor.

Por isso é que o dia dos Namorados calha (mesmo) neste mês: é o símbolo de que uma centelha pode originar um fogo que arde sem se ver (como dizia Camões).

Por outro lado, se os gestos são importantes, as palavras também o são. Como é bom ouvir (ou ler) palavras que nos enternecem, que nos empolgam, que nos animam, que nos atiçam o fogo do amor.

Deste modo, é preciso pôr o amor ao sol: e, se se põe ao sol, dá-se-lhe novo alento, faz-se aumentar.

Propomos-te, então, que escrevas o teu cartão de amor, amizade ou outra intensidade, com destinatário(a) revelado(a) ou sugerido(a); em seguida, que o decores e que o prepares num suporte que permita ser pendurado ou afixado no Mural do Amor; depois, passa-o pelos olhos do teu/ tua professor/a de Português até ao dia 11.02.

No final, sugere à pessoa a quem o dedicas que passe por lá… para ler… Pode ser que o amor… veja a luz do sol!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Livros animados


Os trabalhos realizados pelos alunos da escola estão expostos no polivalente até dia 4 de Fevereiro.
Os trabalhos que forem seleccionados serão expostos, juntamente com os de outras escolas, na Biblioteca Municipal de Cantanhede, em data a definir.

Aqui ficam alguns exemplos e fica também o convite para uma visita à exposição.