terça-feira, 5 de março de 2019

O impostor

Cantiga de maldizer criada por alunos no âmbito da disciplina de Português - 10.º ano


O impostor

E aquela gente tola que um dia dele se lembrou,
do outro lado do Atlântico, sem pensar nem refletir!
Donald Trump, a mãe assim o batizou
Votar neste senhor para lá presidir.
Ai, ó Trump, seu aldrabão,
Porque és tu sempre o mesmo ladrão?

Um muro ele quer construir
para o mundo melhor ficar.
Como é que isto pode melhorar,
se a homofobia não parar?
Ai, ó Trump, seu aldrabão,
Porque és tu sempre o mesmo ladrão?

Ele não acredita na poluição,
 mas explicar não sabe o degelo do planeta.
É que não é por obra de Jesus Cristo,
Nem culpa de algum cometa.
Ai ó Trump, seu aldrabão
Porque és tu sempre o mesmo ladrão?

Francisca Cruz, Mariana Gonçalves, Tiago Vinagreiro – 10.º CSE
 

domingo, 3 de março de 2019

Ó bela dama de cabelos dourados

Cantiga de amor criada por alunos no âmbito da disciplina de Português - 10.º ano



Ó bela dama de cabelos dourados


Ó bela dama de cabelos dourados,
por eles me sinto dominado!
Razão de minha eterna agonia,
teus olhos azuis como o mar eu queria,
coisa de encantar, por isso eu hei de te amar.

Por ti sofro sem cessar,
pois não consigo deixar de te amar!
Por mais que eu tente, do meu pensamento
não te consigo apagar.
Em teus olhos azuis me quero afogar.

Sinto que este amor à morte me vai levar,
e que a minha vida armagurada está prestes a acabar!
Beleza mortífera, à tua lua eu imploro
para que me possas escutar.

Que sofrimento duro de aguentar,
por ti minha senhora de cabelo dourado!
Por ti não há nada que mais possa almejar
que o teu amor que me traz enfeitiçado.

Cristiano Góis, João Ferreira e Manuel Dias – 10.º CSE
 

Minhar Senhor

Cantiga de amor criada por alunos no âmbito da disciplina de Português - 10.º ano



Minha Senhor

Minha bem talhada Senhor, 
Por quem sinto muito amor.
Apaixonei-me pelo seu brilho,
consigo sonho ter um filho,
quero morrer consigo.
Nas fases más, ela é o meu porto de abrigo.


Nesta vida, eu vivo para si,
uma mulher como ela, eu nunca vi.
Ela vive de um modo diferente,
mas na minha vida, quero-a sempre presente, 
quero morrer consigo.
Nas fases más, ela é o meu porto de abrigo. 

Diogo Jorge e Tomás Alho do 10°CSE