quinta-feira, 24 de novembro de 2016

"A Mosca da Morte" de Patricia Cornwell




Como o próprio título indica, a morte paira no ar em toda a história. Os métodos levados a cabo pelo(s) criminoso(s) e a maneira que os investigadores usam para os descobrirem é brilhante. Entra em mais uma história cheia de suspense e mistério, do princípio ao fim.  



Em O Último Reduto alguém planeou uma terrível cilada à médica-legista Kay Scarpetta e ela arriscou-se seriamente a ir parar ao banco dos réus. Na esperança de encontrar alguma paz, Scarpetta muda-se para a Florida dedicando-se agora à consultoria privada. Embrenhada na investigação da estranha morte de uma mulher que deixou a Polícia com mais dúvidas do que certezas, Scarpetta conta com a ajuda da sua sobrinha Lucy e do capitão Marino para chegar à verdade, mas aos poucos este caso assume contornos mais sinistros podendo estar relacionado com o desaparecimento de outras tantas mulheres. Contudo, o passado insiste em cruzar-se com o presente quando Scarpetta recebe notícias de Jean-Baptiste Chandonne, um louco dado aos prazeres do assassínio em série, que foi condenado à pena de morte, e que exige falar com Scarpetta, alegando possuir valiosíssimas informações que a Polícia desejaria obter. Mas uma descoberta assombrosa fará com que Scarpetta se sinta traída e profundamente revoltada com aqueles que mais estima… Um thriller brilhante escrito pela mão de uma das maiores especialistas deste género literário.

Aqui te deixamos alguns excertos.

“Dois dias depois da Páscoa, apenas há quatro noites (…) Uma professora de quarenta e um anos, chamada Glenda Marler (…) desaparece, o carro apareceu abandonado num parque de estacionamento do liceu onde ela dava aulas.”

“-Tanto quanto se saiba, houve furto nos casos das outras oito mulheres desaparecidas?” “ – Consta que lhes limparam o dinheiro dos porta-notas e os largaram nas proximidades do sítio onde foram sequestradas.” (…) “Não há locais do crime, nem cadáveres, como se fosse tudo um pesadelo.”

“Após dois anos no corredor da morte, Jean-Baptiste vive num estado de magnetismo permanente e já não revela nenhuma hostilidade para com qualquer ser vivo. O que não significa que não voltasse a matar. Se lhe fosse dada a oportunidade, retalhava mulheres como fez no passado(…)”
Boas leituras
Adélia Maranhão

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