quinta-feira, 28 de abril de 2016

Há sempre alguém que semeia



Há sempre alguém que semeia

canções no vento que passa

Manuel Alegre



Vivemos num mundo cheio de tragédias. Não só as há no presente, como também houve no passado e de certeza que no futuro também haverá. Haverá guerras atrás de guerras, para não falar das desigualdades sociais, onde uns têm tudo e outros nada. Mas mesmo num mundo como este, há sempre alguém que faz a diferença.

Não estamos todos do mesmo lado. Enquanto uns se preocupam em exterminar, amedrontar, fazer sofrer, outros tentam suprimir a dor dos milhares, milhões que sofrem. Estes, que espalham a esperança através das suas canções, salvam vidas, famílias, salvam histórias de sobrevivência. Temos variadíssimos exemplos destes bons atos; desde o tempo do Hitler, onde muita gente protegia os judeus para estes não serem capturados e depois mortos, até à atualidade, onde Malala, que não salva pessoas de uma forma direta, mas sim indireta, luta pelos direitos das mulheres e das crianças.

É verdade que vivemos num mundo cruel, mas como o nosso tio Manuel, que está sempre Alegre, disse, “Mas há sempre uma candeia/ dentro da própria desgraça/ há sempre alguém que semeia/ canções no vento que passa”.

Tomé Bandeira, 12.º CT3

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